Embora não conheça o sentimento de um emigrante, pois nunca fui um, verto as minhas impressões do fenómeno.
Guardo viçosamente a liberdade de cada um de viajar ilimitadamente, mas emigrar não deixa de ser um gesto menos nobre para com a terra natal. Certas conversas de emigrantes soam a algo do tipo: "Gosto muito de Portugal, mas longe". Se é para fazer sacrifícios, porque não fazê-los em e por Portugal?
Por exemplo a questão da "fuga de cérebros". Em relação a certos casos quase que se pode dizer que os "cérebros em fuga" são uma espécie de mercenários. Porem os seus conhecimentos ao serviço de quem dá mais.
Se o país de origem não oferece oportunidades, há que envolver-se civicamente. Mudar o país. Melhorá-lo. Isto, partindo do princípio que se ama a terra natal.
Se fosse obrigatório as pessoas pensarem pelo menos, sei lá, meia hora, sobre um tema antes de o publicarem num blogue...
ResponderEliminarElucide-me, se faz o favor. É para isso que este blogue está aberto a comentários.
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