Homenagem a Ricardo Araújo Pereira faz capa da Playboy.
Não é o fim do mundo. Mas também não parece muito apropriado. É que tal capa contorna completamente a razão de ser da revista. Nem sei, até, se não poderá ser considerada uma espécie de quebra de compromisso com o leitor. Capa original ou não, personalidade meritória ou não, não é bem uma coisa destas que se espera da revista Playboy. Creio que a essência da publicação foi aqui beliscada. Penso que se pode dizer que, no que toca à profunda natureza da revista, esta capa é uma nulidade.
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