Porque te preocupas tanto
se nada és perante tudo?
Porque te preocupas em magoar e ser magoado
se pela existência já és esmagado?
Porque não te tranquilizam as horas finitas,
a razão do choro e do riso?
Porque tanto te inquieta a felicidade
e te sufoca a liberdade?
Cumprido o Destino
Melhor ainda verias
o exagero dos teus dias.
Até isso tu sabes,
e nem assim em ti cabes.
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