Portugal é eleito para um lugar rotativo no Conselho de Segurança da ONU.
Na sequência deste acontecimento o Governo português, nas pessoas do primeiro ministro José Sócrates e do ministro dos Negócios Estrangeiros Luís Amado, anunciou através da comunicação social a conquista de um lugar naquele órgão internacional.
Os jornalistas, em vez de aproveitarem para fazer aos intervenientes directos (MNE) perguntas sobre o sucedido e aprofundarem o assunto para esclarecerem o povo português, rapidamente desviaram o assunto para outro que não tem nada a ver com o primeiro - o Orçamento de Estado.
Podiam também ter perguntado ao José Sócrates ou ao Luís Amado um prognóstico para o jogo de Portugal com a Islândia mais logo. Seria igualmente apropriado...
Há momentos para tudo. Mas esse vício de quererem obter alguma resposta sobre qualquer outra coisa à margem do assunto em pauta continua.
Os principais motivos para este comportamento jornalístico será principalmente mesquinhez e/ou submissão ao que dá mais audiência.
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