quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Um português no FMI

Não dissertando sobre os meandros da Moeda na sociedade, e muito menos sobre o funcionamento de economias em particular (coisas acerca das quais apenas tenho pobres noções), considero que houve um acontecimento positivo neste último par de dias.

Tendo em conta as circunstâncias impassíveis que atravessa Portugal, talvez isto tenha sido o melhor que podia ter acontecido a Portugal.

Estando o país num aparente lodaçal financeiro e numa impossibilidade de entendimento entre quem de direito, acho que dá jeito ter um português no FMI, como dá jeito ter o Durão Barroso na presidência da Comissão Europeia, termos um lugar no Conselho de Segurança da ONU ou ter um embaixador europeu de Portugal para os Estados Unidos. São vantagens diplomáticas.
Haja boa-fé.

Ver também:

É realmente necessário alguns ajustes na Constituição

1 comentário:

  1. Há um português de que ninguém fala e que é António Horta Osório e que estava à frente do Santander no Reino Unido e que agora foi contratado para chefiar o Llyods, um dos maiores bancos deste país.

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