quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Furto de armas da Unidade de Comandos

Certamente que não é a primeira vez que algo assim acontece (não só nas forças armadas mas também nas forças policiais) e infelizmente não será a última.

No entanto, quando se dá conta de ocorrências destas, deve haver céleres diligências e mão pesada caso se descubra a canalha que levou a cabo acções de tão grande baixeza.
Deve tomar-se o mais seriamente possível quebras de confiança e traições às mais elementares virtudes humanas. Caso contrário, com o tempo, estaremos como no México ou no Brasil em todas as desavergonhadas relações de agentes policiais e militares sujos com cartéis de droga e traficantes favelados.

Lamenta-se pela maioria dos inocentes o desconforto das investigações, mas pede-se o espírito de sacrifício tão familiar às instituições militares.

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