sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

A situação no Egipto

É inadmissível que um governo, seja de que parte do mundo for, esteja décadas e décadas a governar tal como acontece frequentemente por África em que certos governantes estão no poder desde que conseguiram a independência dos seus colonizadores. E mesmo quando morrem passa o poder para um filho ou alguém da família.

Neste caso do Egipto, tal como noutros países muçulmanos, a sociedade é secularmente frágil, sempre sob a ameaça do radicalismo islâmico.

Acho possível que, caso os destinos do Egipto caiam em mãos religiosamente fanáticas, passe a haver um conflito explícito entre o Ocidente e o Islão.

1 comentário:

  1. Pois, na China, em Cuba, na Coreia do Norte na Birmânia e por aí adiante, incluíndo a Angola do Zé e da filha são casos totalmente diferentes. São sociedades solidárias.

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