domingo, 27 de março de 2011

Wikipédia

Mesmo que a Wikipédia nunca seja uma fonte primária será sempre, no mínimo, uma referência a ter em conta. E isso já não é mau.

O factor Português

Bom... infelizmente discutir quem foi o melhor colonizador do ponto de vista humano não leva a lado nenhum. Pode medir-se a prosperidade económica mas não se pode medir o humanismo de um sujeito.

Há exemplos irrefutáveis de atrocidades praticadas pela Bélgica no Estado "Livre" do Congo e pela Alemanha, na Namíbia, com o genocídio de dois povos.

Em mais de 850 anos de existência de Portugal não tenho conhecimento de nenhuma atrocidade planeada e sistemática alguma vez praticada por portugueses. O que sei foi que aconteceram casos esporádicos de violência incomum em circunstâncias anormais (os mais recentes durante a Guerra do Ultramar e pelas duas partes beligerantes).

Não contesto que, em comparação com Portugal, outros países colonizadores tenham sido (e ainda são) conhecidos pela sua prosperidade material. Mas nunca Portugal guerreou pela legitimidade da escravatura, nem nunca praticou um Apartheid em lado algum sob o seu domínio.

Eu diria até que a História portuguesa comparada com os exemplos dados acima é impoluta.

Portugal teve parte no tráfico negreiro, teve o Estatuto do Indígena e a assimilação de nativos. Todos esses factos foram frutos da época. Mesmo assim, enquanto Portugal tinha uma assimilação, outros países tinham a segregação como lei.

Qualquer estudo envolve muito trabalho, mas neste em particular chamo a atenção que seria importante e mais revelador da dimensão do assunto em si estabelecer comparações entre Portugal e outras potências colonizadoras.

Haverá correcções a fazer nos manuais escolares, mas o exposto acima é por demais conhecido por qualquer historiador e mesmo sem se poder "medir" o humanismo só muita má vontade não deixa ver a cordialidade que no geral separa Portugal de outros países.

Seria interessante conhecer os manuais escolares do Reino Unido, da Holanda, da Bélgica ou da Alemanha.

Fado

A propósito desta notícia aproveito para deixar aqui um fado do qual eu gosto bastante - Adeus Mouraria.

sábado, 26 de março de 2011

É o cúmulo da ironia

Tão preocupados com Portugal que eles estão...

Para começar o BRIC não existe. Não tem consistência. É o que se denomina "gigante com pés de barro", um triturador de direitos humanos individuais. São invenções fetichistas de quem sonha e tem pesadelos com dinheiro, além de ter jogado muito Monopólio na juventude a ponto de não se aperceber que não pode fazer o mesmo com o mundo real.

Não sei quem escreveu esse exercício de chico-espertismo, mas só pode ter sido algum adolescente embirrante ou alguma trupe de bobos da corte do Reino.

Eu sugeria a anexação de um punho à cara de quem escreveu tal confabulação, mas além de não ser bem visto "corrigir" menores dessa maneira o anacrónico Reino Unido já está anexado aos Estados Unidos há muito tempo.

Têm de sair de debaixo das saias da Rainha senão vão andar sempre ressabiados.

Trabalhem com a Forbes. Duas cabeças pensam melhor do que uma. Pode ser que assim saia alguma coisa de jeito.

sexta-feira, 25 de março de 2011

quinta-feira, 24 de março de 2011

Uniforme espontâneo

Não pertenço a nenhuma força armada
Apenas à minha terra amada
Sou Português de coração
E não por obrigação
O meu golpe é civil
Arrebata por mil
Numa luta sou imortal
No escudar ultraje a Portugal

Já agora...

Já que há uns tempos apresentei uma simplificação da Bandeira Nacional portuguesa e mais cinco propostas para as regiões de Portugal Continental no âmbito de uma futura regionalização dispus-me a criar também duas sugestões para as Regiões Autónomas de Portugal, caso algum dia se queira mudar as correntes bandeiras.

Assim, temos a sugestão para os Açores:


Azul escuro e branco - memória da Bandeira do Açor.

Verde escuro e vermelho - pertença à República Portuguesa.
Estrela de nove pontas - as nove ilhas habitadas que constituem o arquipélago dos Açores.


E para a Madeira:


Branco - o Oceano Atlântico.

Verde escuro e vermelho - pertença à República Portuguesa.

Azul e amarelo - memória da Bandeira da Cruz da Ordem de Cristo.

Estrela de quatro pontas - as ilhas da Madeira, Porto Santo, Desertas e Selvagens.

quinta-feira, 17 de março de 2011

sexta-feira, 11 de março de 2011

Arábia da Família Saud

A família Saud, se calhar, também pode começar a pensar em mudar-se. Não deve acabar o ano sem que haja mudanças significativas naquela sociedade.

Assim aquele território poderá tornar-se um país e não o "quintal" de uma família.

Mudará de nome. Poderá muito bem vir a chamar-se apenas Arábia. Uma vez arredado do poder o núcleo familiar que dá o nome àquela região não fará sentido aquele continuar a chamar-se Reino da Arábia Saudita.

Seria positivo menos uma monarquia no mundo.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Sorri-me um lago

Tens uma tristeza que não é tristeza
É o teu dote de beleza
Tens um olhar terno
Que vê além do eterno

Ando perdido por algo duradouro
E vejo a tua ária serena
Os teus olhos brilham d'ouro
E a tua face de candura plena

segunda-feira, 7 de março de 2011

Os Homens da Luta

Sinceramente, na minha opinião, este acontecimento como ignição de uma revolução é inócuo. É totalmente inconsequente.

Porém se vier a originar qualquer coisa só poderá ser caos, porque metas ambiciosas assumem-se com seriedade e comprometimento. Não é espalhando a revolta meio a sério/meio a brincar e esperar que todos saibam o que fazer.

Como canção da Eurovisão é válida, pois não vejo qual seja o problema de concorrerem canções satíricas.

Quanto às vaias foi um comportamento indigno. Os autores da canção não são nenhuns bandalhos. Quem apupou está coberto de ignomínia.

domingo, 6 de março de 2011

O melhor dos resultados

Se tudo correr pelo melhor a Al-Qaeda, talibãs e outros desassemelhados não terão onde se esconder em sociedades mais aliviadas do islão. Serão segregados como um corpo estranho num organismo.

Ver artigo do Público.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Boa-arborícola-esmeralda

Corallus Caninus

Muitas das serpentes existentes são castanhas ou cinzentas, entre outras cores pouco vistosas.

A boa-arborícola-esmeralda distingue-se verde na sua exuberância.
Dependendo da região de origem esta espécie apresenta uma coloração variável de verdes claros a escuros, alguns exemplares exibindo no dorso padrões brancos contínuos ou salteados.
É autóctone das florestas tropicais da América do Sul e não é venenosa. Mata por constrição.

Embora não esteja propriamente ameaçada de extinção, creio não ter encontrado uma imagem desta espécie no seu habitat natural. As fotos são tiradas de colecções privadas ou de jardins zoológicos.

Se mesmo assim este animal se apresenta de tal maneira belo, pode apenas imaginar-se o entusiasmo de ver um no seu ambiente natural.

Porque há-de o ser humano possuir e controlar tudo, artificiando desde logo aquilo que admira?

Galeria

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