sábado, 18 de junho de 2011

Negócios de armamento

Não deve haver burrice maior do que vender ou usar armas como moeda de troca. E abranjo com o meu discurso o tempo dos Descobrimentos em que os navegadores trocavam com os nativos armas de fogo por escravos ou ouro.

Armas são o exemplo de uma faca de dois gumes. Podem virar-se contra qualquer um. Isso é quase como dar a nossa chave de casa a toda a gente. É aproximadamente esse o nível de vulnerabilidade em que se fica.

Quando se é um traficante de armas qualquer, esse tem pouco a perder, desaparece e pronto.
Agora entidades Estatais a porem em risco a sua integridade territorial e as vidas dos seus habitantes não tem cabimento. De ponto de vista nenhum.

Armamento não pode ser faceta de política externa ou de relações diplomáticas. É um disparate perigoso.

Qualquer venda ou troca de armamento ou recursos para o seu fabrico, para minimizar os cenários acima mencionados, deve ser feito somente num quadro de longa e estreita amizade e fortes alianças de um pequeno círculo de nações.

A menos que me esteja a escapar algo à compreensão. Eu, também, não conheço as regras que regulam o mercado internacional de armamento. De qualquer maneira isso não invalida os aspectos que expus desde o princípio deste texto.

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