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quinta-feira, 7 de abril de 2011
domingo, 27 de março de 2011
O factor Português
Bom... infelizmente discutir quem foi o melhor colonizador do ponto de vista humano não leva a lado nenhum. Pode medir-se a prosperidade económica mas não se pode medir o humanismo de um sujeito.
Há exemplos irrefutáveis de atrocidades praticadas pela Bélgica no Estado "Livre" do Congo e pela Alemanha, na Namíbia, com o genocídio de dois povos.
Em mais de 850 anos de existência de Portugal não tenho conhecimento de nenhuma atrocidade planeada e sistemática alguma vez praticada por portugueses. O que sei foi que aconteceram casos esporádicos de violência incomum em circunstâncias anormais (os mais recentes durante a Guerra do Ultramar e pelas duas partes beligerantes).
Não contesto que, em comparação com Portugal, outros países colonizadores tenham sido (e ainda são) conhecidos pela sua prosperidade material. Mas nunca Portugal guerreou pela legitimidade da escravatura, nem nunca praticou um Apartheid em lado algum sob o seu domínio.
Eu diria até que a História portuguesa comparada com os exemplos dados acima é impoluta.
Portugal teve parte no tráfico negreiro, teve o Estatuto do Indígena e a assimilação de nativos. Todos esses factos foram frutos da época. Mesmo assim, enquanto Portugal tinha uma assimilação, outros países tinham a segregação como lei.
Qualquer estudo envolve muito trabalho, mas neste em particular chamo a atenção que seria importante e mais revelador da dimensão do assunto em si estabelecer comparações entre Portugal e outras potências colonizadoras.
Haverá correcções a fazer nos manuais escolares, mas o exposto acima é por demais conhecido por qualquer historiador e mesmo sem se poder "medir" o humanismo só muita má vontade não deixa ver a cordialidade que no geral separa Portugal de outros países.
Seria interessante conhecer os manuais escolares do Reino Unido, da Holanda, da Bélgica ou da Alemanha.
Há exemplos irrefutáveis de atrocidades praticadas pela Bélgica no Estado "Livre" do Congo e pela Alemanha, na Namíbia, com o genocídio de dois povos.
Em mais de 850 anos de existência de Portugal não tenho conhecimento de nenhuma atrocidade planeada e sistemática alguma vez praticada por portugueses. O que sei foi que aconteceram casos esporádicos de violência incomum em circunstâncias anormais (os mais recentes durante a Guerra do Ultramar e pelas duas partes beligerantes).
Não contesto que, em comparação com Portugal, outros países colonizadores tenham sido (e ainda são) conhecidos pela sua prosperidade material. Mas nunca Portugal guerreou pela legitimidade da escravatura, nem nunca praticou um Apartheid em lado algum sob o seu domínio.
Eu diria até que a História portuguesa comparada com os exemplos dados acima é impoluta.
Portugal teve parte no tráfico negreiro, teve o Estatuto do Indígena e a assimilação de nativos. Todos esses factos foram frutos da época. Mesmo assim, enquanto Portugal tinha uma assimilação, outros países tinham a segregação como lei.
Qualquer estudo envolve muito trabalho, mas neste em particular chamo a atenção que seria importante e mais revelador da dimensão do assunto em si estabelecer comparações entre Portugal e outras potências colonizadoras.
Haverá correcções a fazer nos manuais escolares, mas o exposto acima é por demais conhecido por qualquer historiador e mesmo sem se poder "medir" o humanismo só muita má vontade não deixa ver a cordialidade que no geral separa Portugal de outros países.
Seria interessante conhecer os manuais escolares do Reino Unido, da Holanda, da Bélgica ou da Alemanha.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
O nosso País
Neste artigo do jornal i destaca-se o que de melhor e único se produz em Portugal.
Se estivéssemos, digamos, no Cazaquistão, tenho a certeza que a maioria de nós sentiria falta de coisas que aqui damos como adquiridas. Uma cerveja Sagres, um café Delta, azeite Gallo...
É que muitas vezes só sentimos falta das coisas quando não as temos.
Uma coisa que lamento é o alastrar de marcas brancas (inferiores; podiam ser melhores que as tradicionais mas o facto é que não são) sobre as marcas tradicionais. Não só as marcas alimentares, mas também cosméticas e de vestuário. As coisas estão num ponto que até parece que o dinheiro é mais importante do que o produto em si. Não sei se por este andar (as marcas tradicionais) não desaparecerão por completo. Um dia, se calhar, vamos ter de comer dinheiro...
Se estivéssemos, digamos, no Cazaquistão, tenho a certeza que a maioria de nós sentiria falta de coisas que aqui damos como adquiridas. Uma cerveja Sagres, um café Delta, azeite Gallo...
É que muitas vezes só sentimos falta das coisas quando não as temos.
Uma coisa que lamento é o alastrar de marcas brancas (inferiores; podiam ser melhores que as tradicionais mas o facto é que não são) sobre as marcas tradicionais. Não só as marcas alimentares, mas também cosméticas e de vestuário. As coisas estão num ponto que até parece que o dinheiro é mais importante do que o produto em si. Não sei se por este andar (as marcas tradicionais) não desaparecerão por completo. Um dia, se calhar, vamos ter de comer dinheiro...
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Um português no FMI
Não dissertando sobre os meandros da Moeda na sociedade, e muito menos sobre o funcionamento de economias em particular (coisas acerca das quais apenas tenho pobres noções), considero que houve um acontecimento positivo neste último par de dias.
Tendo em conta as circunstâncias impassíveis que atravessa Portugal, talvez isto tenha sido o melhor que podia ter acontecido a Portugal.
Estando o país num aparente lodaçal financeiro e numa impossibilidade de entendimento entre quem de direito, acho que dá jeito ter um português no FMI, como dá jeito ter o Durão Barroso na presidência da Comissão Europeia, termos um lugar no Conselho de Segurança da ONU ou ter um embaixador europeu de Portugal para os Estados Unidos. São vantagens diplomáticas.
Haja boa-fé.
Ver também:
É realmente necessário alguns ajustes na Constituição
Tendo em conta as circunstâncias impassíveis que atravessa Portugal, talvez isto tenha sido o melhor que podia ter acontecido a Portugal.
Estando o país num aparente lodaçal financeiro e numa impossibilidade de entendimento entre quem de direito, acho que dá jeito ter um português no FMI, como dá jeito ter o Durão Barroso na presidência da Comissão Europeia, termos um lugar no Conselho de Segurança da ONU ou ter um embaixador europeu de Portugal para os Estados Unidos. São vantagens diplomáticas.
Haja boa-fé.
Ver também:
É realmente necessário alguns ajustes na Constituição
sexta-feira, 30 de abril de 2010
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Recentes acontecimentos envolvendo Portugal
Esta subida da SPF ao 3º lugar do pódio da FIFA teve um timing... esquisito... em relação a outras situações em que envolveram Portugal ultimamente.
Sem querer retirar um milímetro ao mérito do referido colectivo desportivo (nosso representante pelo mundo na modalidade), esta subida parece-me ser uma coincidência estranha.
Até parece que é para distrair ou calar o povo português...
Sem querer retirar um milímetro ao mérito do referido colectivo desportivo (nosso representante pelo mundo na modalidade), esta subida parece-me ser uma coincidência estranha.
Até parece que é para distrair ou calar o povo português...
Olá, adeus
Agência Financeira: "O país tem que responder a este ataque dos mercados".
Ao cuidado das agências de rating, a minha resposta.
Ao cuidado das agências de rating, a minha resposta.
quinta-feira, 4 de março de 2010
Má-fé
Má-fé é a expressão!
Uns analistas espertinhos (é o trabalho deles, enfim; ver, rever, prever, especular...) é que decidem e propalam que países é que vão de vento em popa.
Há uns meses, num caso que não tem nenhuma ligação com este, a não ser nos aparentes contornos de má-fé, saiu um relatório da OMS que não fez eco em Portugal.
É por coisas destas que dá para ver que há por aí muito "malabarista", não sei se organizado ou a título individual, capaz de não simpatizar muito com Portugal.
Respeito ao máximo toda a gente séria, seja de que área for. Mas a quem servir estas observações, que enfie o barrete.
Se calhar até nem ganham assim tanto com essas manobras e mandam Portugal abaixo gratuitamente.
Uns analistas espertinhos (é o trabalho deles, enfim; ver, rever, prever, especular...) é que decidem e propalam que países é que vão de vento em popa.
Há uns meses, num caso que não tem nenhuma ligação com este, a não ser nos aparentes contornos de má-fé, saiu um relatório da OMS que não fez eco em Portugal.
É por coisas destas que dá para ver que há por aí muito "malabarista", não sei se organizado ou a título individual, capaz de não simpatizar muito com Portugal.
Respeito ao máximo toda a gente séria, seja de que área for. Mas a quem servir estas observações, que enfie o barrete.
Se calhar até nem ganham assim tanto com essas manobras e mandam Portugal abaixo gratuitamente.
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