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quarta-feira, 4 de maio de 2011

A Luta é Alegria

Participem ou não participem, ganhem ou não ganhem, Os Homens da Luta já fizerem algo por Portugal. Cativaram a imprensa internacional mostrando o temperamento Português - mesmo em tempos de aperto, e em contraste com os protestos violentos de outros países, canalizamos os nossos revezes através do humor. No fim de contas talvez seja mesmo a melhor maneira de encarar a vida.

Pode ser que através deste número compreendam a peculiaridade de Portugal que infelizmente, lá por fora, é muitas vezes vista ignorante e/ou negativamente.

Que todos se divirtam.

domingo, 24 de abril de 2011

Bandeira de Tramagal


Bandeira do Tramagal - hasteada à esquerda da bandeira portuguesa - frente à Junta de Freguesia da vila.


Recriação gráfica da bandeira.

domingo, 3 de abril de 2011

A Portuguesa

Sem querer ferir susceptibilidades eu não veria com maus olhos que se mudasse o Hino Nacional de Portugal. A razão é a seguinte.

O hino actual foi criado como resposta indignada a um ultimato britânico feito (em violação da mais antiga aliança diplomática ainda em vigor, datada de 1373) a Portugal em 1890 na sequência do projecto "Mapa Cor-de-rosa" idealizado por Portugal.

A última linha do refrão é: "Contra os canhões, marchar, marchar!"

Originalmente era: "Contra os bretões (os ingleses), marchar, marchar!"

Ora este hino volve em torno de apenas um episódio na grande História de Portugal. Isso é dar demasiada importância a um só país (Inglaterra) entre tantos outros no mundo. Portugal é muito mais universalista.

domingo, 27 de março de 2011

O factor Português

Bom... infelizmente discutir quem foi o melhor colonizador do ponto de vista humano não leva a lado nenhum. Pode medir-se a prosperidade económica mas não se pode medir o humanismo de um sujeito.

Há exemplos irrefutáveis de atrocidades praticadas pela Bélgica no Estado "Livre" do Congo e pela Alemanha, na Namíbia, com o genocídio de dois povos.

Em mais de 850 anos de existência de Portugal não tenho conhecimento de nenhuma atrocidade planeada e sistemática alguma vez praticada por portugueses. O que sei foi que aconteceram casos esporádicos de violência incomum em circunstâncias anormais (os mais recentes durante a Guerra do Ultramar e pelas duas partes beligerantes).

Não contesto que, em comparação com Portugal, outros países colonizadores tenham sido (e ainda são) conhecidos pela sua prosperidade material. Mas nunca Portugal guerreou pela legitimidade da escravatura, nem nunca praticou um Apartheid em lado algum sob o seu domínio.

Eu diria até que a História portuguesa comparada com os exemplos dados acima é impoluta.

Portugal teve parte no tráfico negreiro, teve o Estatuto do Indígena e a assimilação de nativos. Todos esses factos foram frutos da época. Mesmo assim, enquanto Portugal tinha uma assimilação, outros países tinham a segregação como lei.

Qualquer estudo envolve muito trabalho, mas neste em particular chamo a atenção que seria importante e mais revelador da dimensão do assunto em si estabelecer comparações entre Portugal e outras potências colonizadoras.

Haverá correcções a fazer nos manuais escolares, mas o exposto acima é por demais conhecido por qualquer historiador e mesmo sem se poder "medir" o humanismo só muita má vontade não deixa ver a cordialidade que no geral separa Portugal de outros países.

Seria interessante conhecer os manuais escolares do Reino Unido, da Holanda, da Bélgica ou da Alemanha.

Fado

A propósito desta notícia aproveito para deixar aqui um fado do qual eu gosto bastante - Adeus Mouraria.

sábado, 26 de março de 2011

É o cúmulo da ironia

Tão preocupados com Portugal que eles estão...

Para começar o BRIC não existe. Não tem consistência. É o que se denomina "gigante com pés de barro", um triturador de direitos humanos individuais. São invenções fetichistas de quem sonha e tem pesadelos com dinheiro, além de ter jogado muito Monopólio na juventude a ponto de não se aperceber que não pode fazer o mesmo com o mundo real.

Não sei quem escreveu esse exercício de chico-espertismo, mas só pode ter sido algum adolescente embirrante ou alguma trupe de bobos da corte do Reino.

Eu sugeria a anexação de um punho à cara de quem escreveu tal confabulação, mas além de não ser bem visto "corrigir" menores dessa maneira o anacrónico Reino Unido já está anexado aos Estados Unidos há muito tempo.

Têm de sair de debaixo das saias da Rainha senão vão andar sempre ressabiados.

Trabalhem com a Forbes. Duas cabeças pensam melhor do que uma. Pode ser que assim saia alguma coisa de jeito.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Já agora...

Já que há uns tempos apresentei uma simplificação da Bandeira Nacional portuguesa e mais cinco propostas para as regiões de Portugal Continental no âmbito de uma futura regionalização dispus-me a criar também duas sugestões para as Regiões Autónomas de Portugal, caso algum dia se queira mudar as correntes bandeiras.

Assim, temos a sugestão para os Açores:


Azul escuro e branco - memória da Bandeira do Açor.

Verde escuro e vermelho - pertença à República Portuguesa.
Estrela de nove pontas - as nove ilhas habitadas que constituem o arquipélago dos Açores.


E para a Madeira:


Branco - o Oceano Atlântico.

Verde escuro e vermelho - pertença à República Portuguesa.

Azul e amarelo - memória da Bandeira da Cruz da Ordem de Cristo.

Estrela de quatro pontas - as ilhas da Madeira, Porto Santo, Desertas e Selvagens.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Os Homens da Luta

Sinceramente, na minha opinião, este acontecimento como ignição de uma revolução é inócuo. É totalmente inconsequente.

Porém se vier a originar qualquer coisa só poderá ser caos, porque metas ambiciosas assumem-se com seriedade e comprometimento. Não é espalhando a revolta meio a sério/meio a brincar e esperar que todos saibam o que fazer.

Como canção da Eurovisão é válida, pois não vejo qual seja o problema de concorrerem canções satíricas.

Quanto às vaias foi um comportamento indigno. Os autores da canção não são nenhuns bandalhos. Quem apupou está coberto de ignomínia.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Geografia da Língua Portuguesa

O Centro Virtual Camões, do Instituto Camões, mantém um acervo de registos sonoros dos vários dialectos da Língua Portuguesa que existem em diferentes regiões de Portugal e do mundo.
São excertos de entrevistas feitas a pessoas de várias regiões do País e a estrangeiros (de territórios ex-portugueses) por investigadores da área de Linguística da Universidade de Lisboa.

É interessante;

Secção de Portugal Continental e Insular.

Secção da Língua Portuguesa fora da Europa.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Turbulência no mundo muçulmano e Portugal no CS

Esta agitação pouco usual no mundo coincidiu com a presença de Portugal no Conselho de Segurança da ONU. Agitação essa que, pelo menos em relação à situação israelo-palestiniana terá implicações, umas mais favoráveis à resolução do problema, outras menos.

O que está a ser feito por esses países islâmicos é o que deve ser feito. Acabar com regimes senis e instalar a Democracia.

Mas em países islâmicos a principal mudança (nomeadamente a relação com a religião) tem vir de dentro, do interior de cada muçulmano, e reflectir-se nessas sociedades.

Portugal é competente e razoável. Só se espera é que não se desenvolva nenhum impasse que obrigue Portugal a fugir um pouco ao seu registo historicamente moderado.

BE e PCP

O Bloco de Esquerda não parece um partido. Mais parece uma experiência qualquer. O Francisco Louçã até parece o Professor Pardal.

E o Partido Comunista é um atraso de vida. Até mete dó...

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

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