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sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Religiosidade
Uma coisa posso dizer. Desde que tenho vindo a apagar da minha mente a ideia de "Deus" sinto-me muito mais forte.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Liberdade religiosa
Um dia os doutos legisladores, iluminados arautos da liberdade de (in)consciência religiosa, aperceber-se-ão de que não podem (ou não devem...) garantir numa Constituição algo tão vago como "liberdade religiosa e de culto" independentemente dos contornos do culto ou da infinidade de cultos que possam surgir.
sábado, 3 de julho de 2010
terça-feira, 18 de maio de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
Acerca das religiões
Ninguém espere que as religiões acabem algum dia. As crendices são um produto da mente humana, por isso enquanto houver humanos haverá sempre pelo menos um a acreditar.
Poderá é acontecer um grande desbaste nos que crêem e a religião passar a ser menos tolerada e mais mal vista.
Poderá é acontecer um grande desbaste nos que crêem e a religião passar a ser menos tolerada e mais mal vista.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Dalai Lama/Tibete
A seu tempo certamente que o Tibete almejará ser independente da China.
Eu até podia ser a favor de uma independência tibetana. Mas que Estado seria esse? Um Estado cujo líder se apresenta como a não sei quanta encarnação de um ente místico. Seria mais um Estado a misturar a fantasia e a realidade. Estados desses, infelizmente, já há muitos - os países islâmicos.
Se é para isso, não vale a pena um Tibete independente.
O Dalai Lama também se insurgiu (e bem) contra as touradas na Catalunha.
Lutar contra essas maldades é muito importante, mas se tal acto parte de uma génese religiosa dá uma sensação de "interesseirismo". Temos como exemplo o hinduísmo, em que a vaca é sagrada. Então e os outros animais? Todos os animais são iguais.
Por este exemplo se vê que a preocupação não é com os animais mas consigo mesmo, com as suas crenças. Ora eu considero isto altamente condenável. Deve-se defender uma flor pelo seu cheiro e não porque alguma historieta o diz.
Eu até podia ser a favor de uma independência tibetana. Mas que Estado seria esse? Um Estado cujo líder se apresenta como a não sei quanta encarnação de um ente místico. Seria mais um Estado a misturar a fantasia e a realidade. Estados desses, infelizmente, já há muitos - os países islâmicos.
Se é para isso, não vale a pena um Tibete independente.
O Dalai Lama também se insurgiu (e bem) contra as touradas na Catalunha.
Lutar contra essas maldades é muito importante, mas se tal acto parte de uma génese religiosa dá uma sensação de "interesseirismo". Temos como exemplo o hinduísmo, em que a vaca é sagrada. Então e os outros animais? Todos os animais são iguais.
Por este exemplo se vê que a preocupação não é com os animais mas consigo mesmo, com as suas crenças. Ora eu considero isto altamente condenável. Deve-se defender uma flor pelo seu cheiro e não porque alguma historieta o diz.
domingo, 8 de novembro de 2009
Laicismo
Silvio Berlusconi, tão mal visto que tem andado aos olhos da opinião pública italiana e do Vaticano (escândalos sexuais e de corrupção), agarrou aqui (na sequência disto) a oportunidade perfeita para cair nas boas graças de quem o tem vindo a criticar e eventualmente manter o seu estatuto, actualmente ameaçado, no poder.
Diz, Silvio Berlusconi, que muitas bandeiras da Europa também contam com símbolos religiosos, e pergunta se também devem ser alteradas as bandeiras.
Uma bandeira não é um símbolo exclusivamente religioso. E nem vale a pena entrar em campanha para retirar todo e qualquer símbolo religioso de uma bandeira, pois também não se pode apagar partes da história de um país. Se bem que a Humanidade deve cada vez mais libertar-se de fortes influências religiosas.
No caso de Berlusconi, esta atitude de desafiar o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, só pode ser uma de duas coisas; hipocrisia, ou o já referido apego ao poder.
Não condeno a vida pessoal de Berlusconi (nem de ninguém), mas certos comportamentos sociais de Berlusconi vindos a público não são compatíveis com o fantástico ideal religioso. Posso aceitar algumas indiscrições sexuais, mas nunca aceitarei que se continue a alimentar a fantasia que é a Religião.
Pode haver ainda um terceiro motivo; uma real simpatia pela ideia religiosa. Mas, lá está, aí só o reconhecimento da perniciosidade de tais ideais exaltados, e consequente esforço de libertação pessoal, podem resolver estes impasses.
Diz, Silvio Berlusconi, que muitas bandeiras da Europa também contam com símbolos religiosos, e pergunta se também devem ser alteradas as bandeiras.
Uma bandeira não é um símbolo exclusivamente religioso. E nem vale a pena entrar em campanha para retirar todo e qualquer símbolo religioso de uma bandeira, pois também não se pode apagar partes da história de um país. Se bem que a Humanidade deve cada vez mais libertar-se de fortes influências religiosas.
No caso de Berlusconi, esta atitude de desafiar o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, só pode ser uma de duas coisas; hipocrisia, ou o já referido apego ao poder.
Não condeno a vida pessoal de Berlusconi (nem de ninguém), mas certos comportamentos sociais de Berlusconi vindos a público não são compatíveis com o fantástico ideal religioso. Posso aceitar algumas indiscrições sexuais, mas nunca aceitarei que se continue a alimentar a fantasia que é a Religião.
Pode haver ainda um terceiro motivo; uma real simpatia pela ideia religiosa. Mas, lá está, aí só o reconhecimento da perniciosidade de tais ideais exaltados, e consequente esforço de libertação pessoal, podem resolver estes impasses.
sábado, 17 de outubro de 2009
sábado, 3 de outubro de 2009
Sexualidade
A sexualidade humana é condicionada, embora relativamente, pela religião. A não vivência sexual saudável pode causar grandes males sociais.
A impressão que eu tenho é que mesmo sem uma educação religiosa rígida, a vergonha do sexo, o sentimento de pecado, etc., são subjacentes à sociedade, algo que o ser humano capta no subconsciente.
Resta intrigar como seria o mundo antes do advento das religiões, especialmente das Abraâmicas. Talvez fosse diferente. Talvez fosse melhor, talvez fosse pior... Mas há futuro pela frente, e só cabe ao ser humano eliminar o pernicioso.
A impressão que eu tenho é que mesmo sem uma educação religiosa rígida, a vergonha do sexo, o sentimento de pecado, etc., são subjacentes à sociedade, algo que o ser humano capta no subconsciente.
Resta intrigar como seria o mundo antes do advento das religiões, especialmente das Abraâmicas. Talvez fosse diferente. Talvez fosse melhor, talvez fosse pior... Mas há futuro pela frente, e só cabe ao ser humano eliminar o pernicioso.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Igreja Católica
Já fui temente a Deus, mas não sou mais. Digo isto apenas para que os leitores saibam o contexto do qual partem as seguintes palavras.
Posso considerar-me culturalmente católico, não religiosamente. Tenho alguma afeição pelo catolicismo porque, de acordo com a minha experiência pessoal (nasci em 1980), a Igreja Católica sempre se me apresentou moderada e não intrometida. Conheço minimamente a história da Igreja Católica e sei que não foi sempre assim. E mesmo actualmente, um pouco por todo o lado, vão por vezes tendo lugar acontecimentos anormais, o que lastimo profundamente. Não obstante, a metáfora que posso fazer daquilo que a Igreja foi para mim é a de um pai e uma mãe que deram tudo ao seu filho sem esperarem receber nada em troca. Por isto, acho uma indignidade alguns ataques gratuitos à Igreja que surgem um pouco por todo o lado, que não são mais do que uma espécie de rebeldia infantil e noutros casos verdadeiras demonstrações de espírito de porco. Só me apraz dizer que quando a Igreja Católica tem defeitos, outras religiões ou denominações cristãs têm o dobro ou o triplo dos defeitos.
Não pretendo com estas constatações criar divisões com quem quer que seja, mas posso pretender que todos os juízos sejam sérios e honestos na avaliação das coisas.
Posso considerar-me culturalmente católico, não religiosamente. Tenho alguma afeição pelo catolicismo porque, de acordo com a minha experiência pessoal (nasci em 1980), a Igreja Católica sempre se me apresentou moderada e não intrometida. Conheço minimamente a história da Igreja Católica e sei que não foi sempre assim. E mesmo actualmente, um pouco por todo o lado, vão por vezes tendo lugar acontecimentos anormais, o que lastimo profundamente. Não obstante, a metáfora que posso fazer daquilo que a Igreja foi para mim é a de um pai e uma mãe que deram tudo ao seu filho sem esperarem receber nada em troca. Por isto, acho uma indignidade alguns ataques gratuitos à Igreja que surgem um pouco por todo o lado, que não são mais do que uma espécie de rebeldia infantil e noutros casos verdadeiras demonstrações de espírito de porco. Só me apraz dizer que quando a Igreja Católica tem defeitos, outras religiões ou denominações cristãs têm o dobro ou o triplo dos defeitos.
Não pretendo com estas constatações criar divisões com quem quer que seja, mas posso pretender que todos os juízos sejam sérios e honestos na avaliação das coisas.
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