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domingo, 19 de dezembro de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
Tudo passa
Tudo passa
Entre júbilo e desgraça
Solidão e companhia.
E entre ser e não ser
É só um dia
O nascer e o morrer.
Entre júbilo e desgraça
Solidão e companhia.
E entre ser e não ser
É só um dia
O nascer e o morrer.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Neda Agha-Soltan
A morte de Neda Agha-Soltan foi como que uma dramatização da Vida em si. Uma rapariga ferida - coisa que a princípio podia não ser fatal - que morre perante a impotência de todos. Todo o cenário é trágico (especialmente a violência gráfica), mas o que mais me ficou foi a impotência de todos perante a situação. Não lhes restou nada se não vê-la morrer.
Assim é a Vida...
Assim é a Vida...
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Constante da vida
A solitude (não usei a palavra solidão porque pode ser tomada apenas como uma coisa má) é talvez a única constante da vida.
Devido às características humanas, somos os únicos seres que estão realmente sozinhos na maneira de viver o mundo, de sentir. Podemos falar com outrem e partilhar experiências, mas sentir, só cada um é que sente. Podemos fazer tudo e ter a vida preenchida ao máximo, mas temos sempre um "fim do dia" interior connosco em todo o lado. É simultaneamente o que nos separa e o que nos liga, o que nos distingue e o que nos iguala.
Temos sempre alguém importante que ninguém poderá conhecer; nós mesmos. Creio que, reconhecendo isso, se torna mais compreensível a nossa dimensão e a dos outros.
Devido às características humanas, somos os únicos seres que estão realmente sozinhos na maneira de viver o mundo, de sentir. Podemos falar com outrem e partilhar experiências, mas sentir, só cada um é que sente. Podemos fazer tudo e ter a vida preenchida ao máximo, mas temos sempre um "fim do dia" interior connosco em todo o lado. É simultaneamente o que nos separa e o que nos liga, o que nos distingue e o que nos iguala.
Temos sempre alguém importante que ninguém poderá conhecer; nós mesmos. Creio que, reconhecendo isso, se torna mais compreensível a nossa dimensão e a dos outros.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Acerca da morte e de adversidades da vida
Não é sensação de tristeza que fica, mesmo quando se percorre sozinho muitas manhãs frias e se passa muitas noites solitárias. É nostalgia, por se ter passado por tudo isso e um dia tudo acabar.
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