Nutro interesse por vexilologia (a ciência de estudo das bandeiras) e gostaria de partilhar com o internauta algumas das minhas bandeiras favoritas.
Por ordem alfabética, bandeiras nacionais:
Bandeira da Alemanha
Bandeira do Botswana
Bandeira da Jamaica
Bandeira da Nigéria
Bandeira da Suécia
E bandeiras históricas:
Bandeira do Afeganistão (1992-2002)
Bandeira da África do Sul (1928-1994)
Bandeira da Etiópia (1941-1974)
Bandeira da Jugoslávia (1943-1992)
Bandeira da Prússia (1892-1918)
Muito há a dizer sobre bandeiras, mas estou a aproveitar este espaço para me dar a conhecer um pouco (os meus gostos, desgostos e por aí fora). De resto, certamente voltarei a este assunto algum dia.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
O estado da Nação
Não ambiciono com isto (ao dissertar sobre Portugal) nada para além de exercer o meu direito de opinar publicamente com a devida reserva do respeito. Claro que posso pretender que o meu país melhore sempre.
Sou centrista, nem um mílimetro à esquerda, nem um milímetro à direita, e não vislumbro o que me possa fazer pender para a destra ou para a sinistra. Sempre ouvi dizer que é no meio que está a virtude. É como sempre tento fazer tudo; imparcialmente, sem precipitação.
Não exaustivamente, aqui e ali, recolhi que Portugal é o único país da Europa Ocidental que na sua constituição menciona o socialismo ou alguma vez se assumiu como socialista. O que me leva a pensar; países bem sucedidos como a França, a Itália, a Irlanda ou a Alemanha (falando só em repúblicas) não precisam de se orientar pelo socialismo. Então porque precisará Portugal? (Pergunta sem resposta).
Longe de ser autoridade neste assunto, mas no meu direito de arrazoar respeitosamente, costumo pensar cá para mim que enquanto houver mentalidade de esquerda em Portugal, o País não andará para a frente. Poderá não piorar (penso que nenhum português decente quer mal a Portugal), mas também não evoluirá como deve.
Em 1974 saímos de uma situação inaceitável. Se tal regime ainda durasse eu não estaria a escrever este post. Mas o facto de em Portugal, após 35 anos, a generalidade do povo ainda pensar à esquerda, é uma evidência de que ainda andamos um pouco à deriva. Parece que ainda estamos na ressaca da ditadura. Resta saber quanto tempo vai durar ainda...
A esquerda sombreou o 25 de Abril. Pôs-nos na União Europeia. Mas já fez o que tinha a fazer. As circunstâncias mudam e requerem outra resposta. Basta ver o que faz/fez a esquerda lá mais para Leste. Há que abandonar a esquerda e tentarmo-nos equilibrar.
Sem querer ser mais do que sou, é esta a minha esperança num Portugal sempre melhor.
Sou centrista, nem um mílimetro à esquerda, nem um milímetro à direita, e não vislumbro o que me possa fazer pender para a destra ou para a sinistra. Sempre ouvi dizer que é no meio que está a virtude. É como sempre tento fazer tudo; imparcialmente, sem precipitação.
Não exaustivamente, aqui e ali, recolhi que Portugal é o único país da Europa Ocidental que na sua constituição menciona o socialismo ou alguma vez se assumiu como socialista. O que me leva a pensar; países bem sucedidos como a França, a Itália, a Irlanda ou a Alemanha (falando só em repúblicas) não precisam de se orientar pelo socialismo. Então porque precisará Portugal? (Pergunta sem resposta).
Longe de ser autoridade neste assunto, mas no meu direito de arrazoar respeitosamente, costumo pensar cá para mim que enquanto houver mentalidade de esquerda em Portugal, o País não andará para a frente. Poderá não piorar (penso que nenhum português decente quer mal a Portugal), mas também não evoluirá como deve.
Em 1974 saímos de uma situação inaceitável. Se tal regime ainda durasse eu não estaria a escrever este post. Mas o facto de em Portugal, após 35 anos, a generalidade do povo ainda pensar à esquerda, é uma evidência de que ainda andamos um pouco à deriva. Parece que ainda estamos na ressaca da ditadura. Resta saber quanto tempo vai durar ainda...
A esquerda sombreou o 25 de Abril. Pôs-nos na União Europeia. Mas já fez o que tinha a fazer. As circunstâncias mudam e requerem outra resposta. Basta ver o que faz/fez a esquerda lá mais para Leste. Há que abandonar a esquerda e tentarmo-nos equilibrar.
Sem querer ser mais do que sou, é esta a minha esperança num Portugal sempre melhor.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Algumas canções que me tocam
Por ordem alfabética da canção:
A Vida Não Chega - Viviane
Autumn Leaves - Nat King Cole
Fala do Homem Nascido - Luís Cília
Georgia On My Mind - Ray Charles
It's a Man's Man's Man's World - James Brown
Menina Estás à Janela - Vitorino
Meus Lindos Olhos - Mafalda Arnauth
Preciso Me Encontrar - Cartola
Suzanne - Leonard Cohen
What a Wonderful World - Louis Armstrong
Espero que quem não conhece estas sublimes canções as aprecie e que quem já as conhece as relembre.
A Vida Não Chega - Viviane
Autumn Leaves - Nat King Cole
Fala do Homem Nascido - Luís Cília
Georgia On My Mind - Ray Charles
It's a Man's Man's Man's World - James Brown
Menina Estás à Janela - Vitorino
Meus Lindos Olhos - Mafalda Arnauth
Preciso Me Encontrar - Cartola
Suzanne - Leonard Cohen
What a Wonderful World - Louis Armstrong
Espero que quem não conhece estas sublimes canções as aprecie e que quem já as conhece as relembre.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Preconceito étnico vs preconceito ideológico
Neste caso não sei, mas ponho a hipótese de que haja casos em que o preconceito ideológico seja maior do que o preconceito étnico.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Possível vandalismo anarquista
Mais uns para dar trabalho...
Em minha opinião uma pessoa pode ter o direito de não construir, mas dificilmente terá o direito de destruir.
Em minha opinião uma pessoa pode ter o direito de não construir, mas dificilmente terá o direito de destruir.
Potências emergentes
Ouve-se falar no BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) como um grupo de economias em franco crescimento. Seria uma boa notícia se esse crescimento se reflectisse em qualidade e não fosse apenas em quantidade. Como se não bastasse o desprezo pela qualidade, é este tipo de países que pretende ter mais influência em todo o mundo.
A China e a Índia, por exemplo, produzem muito porque até as crianças trabalham, e tal como os adultos, em condições inimagináveis. São os Direitos Humanos a fazerem por um lado alertando para a desumanidade desses sistemas e os especuladores económicos opiniosos a desfazerem por outro lado ao porem países desses no topo do mundo, passando por cima dos problemas. Se tivessem as regras humanitárias e de produção da União Europeia, com a cultura que demonstram, nem daqui a 100 anos esses países atingiam um estatuto eticamente aceitável. Irrita porque é flagrante que a única coisa que esses países têm é grandeza geográfica e demográfica. O que conta mesmo é o tamanho...
Rússia e China são membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU. O Brasil e a Índia pretendem ser. A título de comparação; Portugal, mesmo modesto, não terá mais a ensinar ao mundo do que o Brasil, a Índia, a China ou a Rússia? Portugal tem um dos mais elevados índices de desenvolvimento humano e de qualidade de vida, estabilidade social e regional, entre outras coisas. Isso não vale nada? Não há daí nada que possa ser transmitido?
Além dos recursos naturais, outra vertente que dita a influência internacional é o poderio militar. O objectivo máximo da Humanidade não é a paz total? Não é para o que todos trabalham? Então porque é que só se vê corridas ao armamento?
Comparei Portugal com outros países. Não desejo sobrepor Portugal a nenhum país, o ideal seria que todos os países fossem desenvolvidos. Mas custa que raramente Portugal seja agraciado com o seu devido valor.
Não sou sociólogo, politólogo nem nada parecido, mas este post está aberto a comentários. Digam-me que as coisas não são assim.
A China e a Índia, por exemplo, produzem muito porque até as crianças trabalham, e tal como os adultos, em condições inimagináveis. São os Direitos Humanos a fazerem por um lado alertando para a desumanidade desses sistemas e os especuladores económicos opiniosos a desfazerem por outro lado ao porem países desses no topo do mundo, passando por cima dos problemas. Se tivessem as regras humanitárias e de produção da União Europeia, com a cultura que demonstram, nem daqui a 100 anos esses países atingiam um estatuto eticamente aceitável. Irrita porque é flagrante que a única coisa que esses países têm é grandeza geográfica e demográfica. O que conta mesmo é o tamanho...
Rússia e China são membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU. O Brasil e a Índia pretendem ser. A título de comparação; Portugal, mesmo modesto, não terá mais a ensinar ao mundo do que o Brasil, a Índia, a China ou a Rússia? Portugal tem um dos mais elevados índices de desenvolvimento humano e de qualidade de vida, estabilidade social e regional, entre outras coisas. Isso não vale nada? Não há daí nada que possa ser transmitido?
Além dos recursos naturais, outra vertente que dita a influência internacional é o poderio militar. O objectivo máximo da Humanidade não é a paz total? Não é para o que todos trabalham? Então porque é que só se vê corridas ao armamento?
Comparei Portugal com outros países. Não desejo sobrepor Portugal a nenhum país, o ideal seria que todos os países fossem desenvolvidos. Mas custa que raramente Portugal seja agraciado com o seu devido valor.
Não sou sociólogo, politólogo nem nada parecido, mas este post está aberto a comentários. Digam-me que as coisas não são assim.
sábado, 12 de setembro de 2009
Touro abatido ilegalmente em Monsaraz
Os actos falam por si: "O abate do touro não foi presenciado pela assistência que enchia o castelo (perto de duas mil pessoas, segundo a organização), por o animal ter sido coberto com dois panos negros."
Se os apoiantes desta miséria estão tão certos de que é uma actividade tão nobre, tão honrosa, porque não o fazem às claras?
Notícia completa no Público.
Se os apoiantes desta miséria estão tão certos de que é uma actividade tão nobre, tão honrosa, porque não o fazem às claras?
Notícia completa no Público.
Miss Hortus Atlanticus
Apreciação do belo sexo de maneira superficial, dado que, neste caso, não conheço pessoalmente os "objectos" de admiração.
Em jeito de pódio, aí vai:
Nacionais:
1. Filipa de Castro (socialite) foto
2. Luísa Barbosa (apresentadora da MTV Portugal) foto
3. Diana Costa e Silva (actriz) foto
Estrangeiras:
1. Megan Fox (actriz, EUA) foto
2. Natasha Henstridge (actriz, Canadá) foto
3. Freida Pinto (actriz, Índia) foto
E assim embelezei este blogue.
Em jeito de pódio, aí vai:
Nacionais:
1. Filipa de Castro (socialite) foto
2. Luísa Barbosa (apresentadora da MTV Portugal) foto
3. Diana Costa e Silva (actriz) foto
Estrangeiras:
1. Megan Fox (actriz, EUA) foto
2. Natasha Henstridge (actriz, Canadá) foto
3. Freida Pinto (actriz, Índia) foto
E assim embelezei este blogue.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Racismo
Creio que o racismo, na sua essência, não é o inferiorizar do outro; é o enaltecer de si mesmo.
Não obstante, é agravo.
Não obstante, é agravo.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Propaganda
Uma das piores coisas que posso testemunhar é a propagação flagrantemente enviesada de doutrinas ou ideologias facciosas.
Aquilo de que estou a falar vai desde discursos de extrema-direita e de extrema-esquerda, passando por certas pretensões de independência (geopoliticamente falando), até exageros nas campanhas de defesa dos animais, por exemplo. Lavagens cerebrais são sempre execráveis.
As gentes que fazem isso estão preocupadas com tudo menos com a rectidão das coisas. É um insulto aos receptores da mensagem. E então quando uma pessoa está aborrecida com qualquer outra coisa e se depara com tais brutidades... é insuportável, revoltante. Percebe-se que tais métodos de propaganda só podem mesmo servir interesses exclusivamente pessoais, quanto mais não seja, de ego.
Ridículo. Demencial.
Aquilo de que estou a falar vai desde discursos de extrema-direita e de extrema-esquerda, passando por certas pretensões de independência (geopoliticamente falando), até exageros nas campanhas de defesa dos animais, por exemplo. Lavagens cerebrais são sempre execráveis.
As gentes que fazem isso estão preocupadas com tudo menos com a rectidão das coisas. É um insulto aos receptores da mensagem. E então quando uma pessoa está aborrecida com qualquer outra coisa e se depara com tais brutidades... é insuportável, revoltante. Percebe-se que tais métodos de propaganda só podem mesmo servir interesses exclusivamente pessoais, quanto mais não seja, de ego.
Ridículo. Demencial.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Lisboa
Nota-se por vezes uma certa animosidade em relação a Lisboa (devido ao seu estatuto de capital nacional, entre outras coisas) por parte de outras regiões do País.
Não haja dúvidas de que é máxima prioridade equilibrar o país, mas uma capital implicará sempre destaque por uma ou outra razão.
Lisboa foi a capital do primeiro e último império global da História. Alegremo-nos antes de tudo quanto demos ao mundo tendo Lisboa como eixo.
Não sou de Lisboa nem nunca lá vivi, mas conheço a cidade, e o sentimento que nutro é de empatia. E só desejo que Lisboa seja melhor a cada dia, e reconhecida internacionalmente.
Lisboa representa-nos no mundo, e não é positivo que haja quem não se sinta representado por uma cidade que é sua, seja essa pessoa do Norte, Centro ou Sul do país. Mas pronto... nunca se conseguirá, em nada, agradar a todos.
Não haja dúvidas de que é máxima prioridade equilibrar o país, mas uma capital implicará sempre destaque por uma ou outra razão.
Lisboa foi a capital do primeiro e último império global da História. Alegremo-nos antes de tudo quanto demos ao mundo tendo Lisboa como eixo.
Não sou de Lisboa nem nunca lá vivi, mas conheço a cidade, e o sentimento que nutro é de empatia. E só desejo que Lisboa seja melhor a cada dia, e reconhecida internacionalmente.
Lisboa representa-nos no mundo, e não é positivo que haja quem não se sinta representado por uma cidade que é sua, seja essa pessoa do Norte, Centro ou Sul do país. Mas pronto... nunca se conseguirá, em nada, agradar a todos.
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