Um sacrifício pode, de facto, inflamar uma causa ou até mesmo concretizar um objectivo.
Mas um sacrifício tem timing. Não sendo feito na altura ou no momento certo, o mártir é mais útil à causa vivo do que morto.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
sábado, 15 de maio de 2010
Pensando na morte
A maneira como aqui são colocadas estas questões partem única e exclusivamente da minha vivência e da minha impressão sobre o assunto.
Tendo em conta as características da vida:
Morte natural, por doença ou acidental/incidental
Como é que devemos encarar a morte?
Com humor? Em silêncio? Com mordacidade?
Morte por suicídio
Se considerarmos o suicídio ridículo; o que é mais ridículo? Deixar um bilhete de suicídio ou não deixar nada?
Tendo em conta as características da vida:
Morte natural, por doença ou acidental/incidental
Como é que devemos encarar a morte?
Com humor? Em silêncio? Com mordacidade?
Morte por suicídio
Se considerarmos o suicídio ridículo; o que é mais ridículo? Deixar um bilhete de suicídio ou não deixar nada?
terça-feira, 11 de maio de 2010
Eva
Menina de cabelos d'oiro
desfias da tua cabeça
o mais fino tesoiro
Luz nos teus olhos
a centelha preciosa
da rapariga charmosa
desfias da tua cabeça
o mais fino tesoiro
Luz nos teus olhos
a centelha preciosa
da rapariga charmosa
Bairrismo
É das coisas mais risíveis a que se pode assistir e uma das maiores demonstrações de pobreza de espírito.
O bairrista, seja pela sua terra ou pela sua região, é o retrato da pessoa que nunca saiu do "buraco" onde nasceu.
Talvez eu tenha esta opinião devido à minha experiência pessoal.
Eu nunca vivi onde nasci. Fui nascer a Torres Novas, passei a minha infância em Tramagal, e agora estou no Barreiro.
Dou muito valor aos sítios por onde passei, mas devido a este meu percurso (que até nem é tão extenso assim) sinto que a minha terra é Portugal inteiro sem grande distinção de lugares.
Portanto o meu conselho a bairristas é que saiam mais de casa. O mundo não é só a vossa rua ou a vossa região.
O bairrista, seja pela sua terra ou pela sua região, é o retrato da pessoa que nunca saiu do "buraco" onde nasceu.
Talvez eu tenha esta opinião devido à minha experiência pessoal.
Eu nunca vivi onde nasci. Fui nascer a Torres Novas, passei a minha infância em Tramagal, e agora estou no Barreiro.
Dou muito valor aos sítios por onde passei, mas devido a este meu percurso (que até nem é tão extenso assim) sinto que a minha terra é Portugal inteiro sem grande distinção de lugares.
Portanto o meu conselho a bairristas é que saiam mais de casa. O mundo não é só a vossa rua ou a vossa região.
Acerca das religiões
Ninguém espere que as religiões acabem algum dia. As crendices são um produto da mente humana, por isso enquanto houver humanos haverá sempre pelo menos um a acreditar.
Poderá é acontecer um grande desbaste nos que crêem e a religião passar a ser menos tolerada e mais mal vista.
Poderá é acontecer um grande desbaste nos que crêem e a religião passar a ser menos tolerada e mais mal vista.
domingo, 9 de maio de 2010
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Chuva
Onde está a chuva?
As notas musicais
que compõem melancolia
As gotas que salpicam
a cinzenta melodia.
As notas musicais
que compõem melancolia
As gotas que salpicam
a cinzenta melodia.
terça-feira, 4 de maio de 2010
É realmente necessário alguns ajustes na Constituição
Isto é verdade.
Digo isto por umas quantas razões;
Normalmente há sempre tanta gente envolvida num assunto que, quando alguma coisa corre mal, a culpa morre sempre solteira.
Depois, como não é possível agradar a gregos e troianos, um sistema assim não ata nem desata.
Portanto o que é preciso é responsabilização. É preciso que apenas uns poucos sintam o peso da responsabilidade e as consequências das decisões que tomam. Talvez assim haja mais cuidado naquilo que se faz.
Se governam bem, óptimo. Se governam notoriamente mal sai o mau governo e entra outro, sem parcimónia.
Digo isto por umas quantas razões;
Normalmente há sempre tanta gente envolvida num assunto que, quando alguma coisa corre mal, a culpa morre sempre solteira.
Depois, como não é possível agradar a gregos e troianos, um sistema assim não ata nem desata.
Portanto o que é preciso é responsabilização. É preciso que apenas uns poucos sintam o peso da responsabilidade e as consequências das decisões que tomam. Talvez assim haja mais cuidado naquilo que se faz.
Se governam bem, óptimo. Se governam notoriamente mal sai o mau governo e entra outro, sem parcimónia.
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