sábado, 31 de julho de 2010

Filhas de um Deus menor

Aisha.

Regras de vestuário prisional

Uma regulamentação neste âmbito já é para ontem.

E os uniformes devem ser de cores garridas, cor-de-laranja, por exemplo, para que em caso de fuga o fugitivo seja bem visível.
Nos Estados Unidos é assim e tem toda a razão de ser.

A cadeia não é para andar a passar modelos.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Misha



Olhos de água-marinha
E, o peito, de pelagem branquinha
Uma vez alguém disse
Que o teu miar parece uma canção
Talvez seja contentamento
De seres um animal de estimação

Pela porta queres sair
Talvez para passear
Se eu pudesse dava-te um jardim
Para correres sem parar

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Catalunha proíbe touradas

A tourada, pelo menos na Europa, está presa por um fio.
Só os aficionados é que não querem perceber isso.

A brutalidade da actividade justificava a sua proibição imediata, mas pronto...

Notícia do Público.

Graffiti

Não gosto de graffiti. É uma arte, mas devido às suas características (de clandestinidade) é algo intrusivo. Por melhores que sejam os desenhos ninguém deve ser obrigado a deparar-se com eles.
A questão é que, como a beleza e a agradabilidade são subjectivas, não há diferença entre um graffiti elaborado e umas pinceladas de tinta ao calhas. E acho que todos concordam que umas pinceladas ao calhas é algo de parco valor.

As ruas não são de ninguém, são de todos.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Myanmar

Índia (a chamada maior democracia do mundo, com sistemas de castas, invasões ilegítimas, problemas populacionais, etc...) recebe com tapete vermelho o líder da junta militar que dirige Myanmar (ou Birmânia, nome milenar alterado ditatorialmente pelo presente "governo").

Uma junta militar é um grupo de altas patentes militares que tomam conta de um país em caso de caos e desgoverno e que, estabilizada a situação entregam o rumo do país ao poder civil.

No caso de Myanmar está visto que não é uma junta militar. É uma junta de bois.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Portugal na Antárctida

Foi distinguida uma investigadora portuguesa (a qual merece todo o reconhecimento) por trabalhos levados a cabo na Antárctida.

No entanto, neste caso da Antárctica como noutras áreas, não pode ser apenas um português a conquistar algo. Tem de ser Portugal. Só assim se notabiliza um país e todos os seus nacionais beneficiam com o feito alcançado.
Quando se ouve dizer que um cientista português conseguiu isto ou aquilo numa universidade britânica ou americana (por exemplo), parece-me que o benefício maior é para o anfitrião. Parece que é trabalhar por conta de outrem.

Certamente que para Portugal não será uma prioridade ter uma base permanente em solo antárctico, mas é curioso que tantos países sem tradição de exploração de terras não contíguas às suas marquem, de alguma forma, presença na Antárctida.

Portugal, com a sua História, deve ter na Antárctida - grosso modo - o único sítio da Terra onde não teve nem tem presença significativa.

Mais informações:

Portal Polar

Secretariado do Tratado da Antárctida

Bandeira do Secretariado do Tratado da Antárctida

Fotografia

Acho imagens estáticas, em geral, um pouco maçadoras.
A fotografia é uma arte, mas por melhor que seja uma foto acaba sempre por me cansar.
Sem prejuízo de toda a sua dimensão útil na sociedade, não sou o maior dos apreciadores de fotografia.

Mátria

Tenho vossas tranças na memória
Antes menina, agora mulher
Sois a espada e o escudo
De Portugal na História

quinta-feira, 22 de julho de 2010

BZ, Viagem Alucinante

É um filme aflitivo com um fim antagónico.

O filme é um pesadelo, à excepção do surpreendente final terra-a-terra, mas a atmosfera alucinatória não deixa de ter algo de cativante.

Trailer do filme

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