Não dissertando sobre os meandros da Moeda na sociedade, e muito menos sobre o funcionamento de economias em particular (coisas acerca das quais apenas tenho pobres noções), considero que houve um acontecimento positivo neste último par de dias.
Tendo em conta as circunstâncias impassíveis que atravessa Portugal, talvez isto tenha sido o melhor que podia ter acontecido a Portugal.
Estando o país num aparente lodaçal financeiro e numa impossibilidade de entendimento entre quem de direito, acho que dá jeito ter um português no FMI, como dá jeito ter o Durão Barroso na presidência da Comissão Europeia, termos um lugar no Conselho de Segurança da ONU ou ter um embaixador europeu de Portugal para os Estados Unidos. São vantagens diplomáticas.
Haja boa-fé.
Ver também:
É realmente necessário alguns ajustes na Constituição
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
A situação na Tchetchénia
Parlamento tchetcheno atacado por terroristas islâmicos.
Treta. Esse Kadyrov não é pró-Moscovo coisa nenhuma. Já o ouvi dizer (num documentário) que uma mulher sem véu é como se estivesse nua. E em pontes sobre estradas na Tchetchénia há cartazes enormes a comparar lado a lado uma mulher com véu e outra sem véu. A mulher sem véu mostra um olhar demoníaco e a mulher com véu surge com um ar angelical. Pura violência psicológica muçulmana.
Treta. Esse Kadyrov não é pró-Moscovo coisa nenhuma. Já o ouvi dizer (num documentário) que uma mulher sem véu é como se estivesse nua. E em pontes sobre estradas na Tchetchénia há cartazes enormes a comparar lado a lado uma mulher com véu e outra sem véu. A mulher sem véu mostra um olhar demoníaco e a mulher com véu surge com um ar angelical. Pura violência psicológica muçulmana.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Apartes
Portugal é eleito para um lugar rotativo no Conselho de Segurança da ONU.
Na sequência deste acontecimento o Governo português, nas pessoas do primeiro ministro José Sócrates e do ministro dos Negócios Estrangeiros Luís Amado, anunciou através da comunicação social a conquista de um lugar naquele órgão internacional.
Os jornalistas, em vez de aproveitarem para fazer aos intervenientes directos (MNE) perguntas sobre o sucedido e aprofundarem o assunto para esclarecerem o povo português, rapidamente desviaram o assunto para outro que não tem nada a ver com o primeiro - o Orçamento de Estado.
Podiam também ter perguntado ao José Sócrates ou ao Luís Amado um prognóstico para o jogo de Portugal com a Islândia mais logo. Seria igualmente apropriado...
Há momentos para tudo. Mas esse vício de quererem obter alguma resposta sobre qualquer outra coisa à margem do assunto em pauta continua.
Os principais motivos para este comportamento jornalístico será principalmente mesquinhez e/ou submissão ao que dá mais audiência.
Relacionados:
Casos de polícia, jornalismo, e sei lá mais o quê...
Potências emergentes
Na sequência deste acontecimento o Governo português, nas pessoas do primeiro ministro José Sócrates e do ministro dos Negócios Estrangeiros Luís Amado, anunciou através da comunicação social a conquista de um lugar naquele órgão internacional.
Os jornalistas, em vez de aproveitarem para fazer aos intervenientes directos (MNE) perguntas sobre o sucedido e aprofundarem o assunto para esclarecerem o povo português, rapidamente desviaram o assunto para outro que não tem nada a ver com o primeiro - o Orçamento de Estado.
Podiam também ter perguntado ao José Sócrates ou ao Luís Amado um prognóstico para o jogo de Portugal com a Islândia mais logo. Seria igualmente apropriado...
Há momentos para tudo. Mas esse vício de quererem obter alguma resposta sobre qualquer outra coisa à margem do assunto em pauta continua.
Os principais motivos para este comportamento jornalístico será principalmente mesquinhez e/ou submissão ao que dá mais audiência.
Relacionados:
Casos de polícia, jornalismo, e sei lá mais o quê...
Potências emergentes
Rutilante
És bela para o mundo
E em especial para mim
Laranja é o Outono
Num perfume sazonal
Me entrega ao sono
E a ti num sonho
Tu e o Outono
Alteza no trono
Eterna princesa
Do ciclo da Natureza
Na minha mente danças
Aroma em flor
No meu peito avanças
Coragem de amor
E em especial para mim
Laranja é o Outono
Num perfume sazonal
Me entrega ao sono
E a ti num sonho
Tu e o Outono
Alteza no trono
Eterna princesa
Do ciclo da Natureza
Na minha mente danças
Aroma em flor
No meu peito avanças
Coragem de amor
terça-feira, 5 de outubro de 2010
República Portuguesa
Efígie da igualdade
Alento na adversidade
Tua graça rubra
E pestanejar verde
Afoito coração d'oiro
Arriaram a bruxa pálida
De fitar baço, azul
E coroa fria por coração
Parabéns, República
Alento na adversidade
Tua graça rubra
E pestanejar verde
Afoito coração d'oiro
Arriaram a bruxa pálida
De fitar baço, azul
E coroa fria por coração
Parabéns, República
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Em homenagem ao Animal
Aproveito este Dia Mundial do Animal para dar a conhecer uma história comovente que nem todos conhecerão. É uma história de dedicação Animal ao seu dono mesmo depois da morte deste.
A história começa no Japão em 1924, e é a história de um professor universitário - de seu nome Hidesaburō Ueno - que leccionava em Tóquio quando um dia encontrou nas ruas um cão ainda pequeno da raça Akita Inu ao qual foi dado o nome de Hachikō.
O professor - que morava nos subúrbios de Tóquio - todos os dias apanhava um comboio para a universidade onde trabalhava. Hachikō ia com o dono à estação e ficava à espera do seu regresso.
O cão andava pelas ruas, mas todos os dias à hora da chegada do comboio lá estava ele na estação à espera do dono.
Um dia, em Maio de 1925, o professor sofreu um acidente vascular cerebral no local de trabalho e morreu. Nesse dia, como sempre, estava Hachikō na estação à espera do seu dono, mas não o reencontrou.
Apesar de o seu dono nunca mais ter aparecido nos dias subsequentes, Hachikō, ia à estação todos os dias à hora a que o comboio chegava na esperança de o reencontrar.
Hachikō fez isto durante mais nove anos até ele próprio morrer em Março de 1935, com 11 anos, numa rua perto da estação onde todos os dias esperara o regresso do seu dono.
Embora não haja muitas histórias de lealdade Animal com estes contornos esta não é a única.
Neste link há mais pormenores sobre esta história.
A história começa no Japão em 1924, e é a história de um professor universitário - de seu nome Hidesaburō Ueno - que leccionava em Tóquio quando um dia encontrou nas ruas um cão ainda pequeno da raça Akita Inu ao qual foi dado o nome de Hachikō.
O professor - que morava nos subúrbios de Tóquio - todos os dias apanhava um comboio para a universidade onde trabalhava. Hachikō ia com o dono à estação e ficava à espera do seu regresso.
O cão andava pelas ruas, mas todos os dias à hora da chegada do comboio lá estava ele na estação à espera do dono.
Um dia, em Maio de 1925, o professor sofreu um acidente vascular cerebral no local de trabalho e morreu. Nesse dia, como sempre, estava Hachikō na estação à espera do seu dono, mas não o reencontrou.
Apesar de o seu dono nunca mais ter aparecido nos dias subsequentes, Hachikō, ia à estação todos os dias à hora a que o comboio chegava na esperança de o reencontrar.
Hachikō fez isto durante mais nove anos até ele próprio morrer em Março de 1935, com 11 anos, numa rua perto da estação onde todos os dias esperara o regresso do seu dono.
Embora não haja muitas histórias de lealdade Animal com estes contornos esta não é a única.
Neste link há mais pormenores sobre esta história.
sábado, 2 de outubro de 2010
Um "pouco" surreal
Bom... Isto pode ser considerado terrorismo.
Deste já eu sabia. Mas havendo outros vá-se lá saber quantos mais existiram.
Há um critério sórdido que eu não compreendo. Qual é a diferença entre as vítimas dessas experiências e os beneficiários dos resultados dos testes? Os Homens não são todos iguais?
E depois, (os Estados Unidos) encetarem testes desses em populações estrangeiras é de uma ousadia e manipulação raras.
O que parece é que os autores desse tipo de "estudos" perdem-se completamente na sua missão de médicos.
Ou então fazem-no completamente conscientes, deixando a sensação de que a ética é uma coisa artificial.
Deste já eu sabia. Mas havendo outros vá-se lá saber quantos mais existiram.
Há um critério sórdido que eu não compreendo. Qual é a diferença entre as vítimas dessas experiências e os beneficiários dos resultados dos testes? Os Homens não são todos iguais?
E depois, (os Estados Unidos) encetarem testes desses em populações estrangeiras é de uma ousadia e manipulação raras.
O que parece é que os autores desse tipo de "estudos" perdem-se completamente na sua missão de médicos.
Ou então fazem-no completamente conscientes, deixando a sensação de que a ética é uma coisa artificial.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Dia Internacional da Música
Para assinalar este Dia da Música deixo aqui um dos hinos nacionais de que mais gosto - o Hino da Federação Russa.
Anteriormente fora também o Hino da União Soviética desde 1944 até ao fim do regime em 1991.
Anteriormente fora também o Hino da União Soviética desde 1944 até ao fim do regime em 1991.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Ahmadinejad
Não é a primeira vez que leio pela Internet este tipo de malvadezas paranóicas, nomeadamente nas secções de comentários de jornais online.
Mas neste caso é grave porque sai da boca de um chefe de Estado. É uma irresponsabilidade, um desprezo pelas vítimas do acontecimento, uma baixeza e uma leviandade gratuita sem precedentes. E é este homem que quer que lhe confiem energia nuclear. De acordo com o perfil que o caracteriza que credibilidade tem essa pessoa para negociar o que quer que seja?
É do conhecimento geral que não é a primeira vez que esta personagem larga atoardas que (é caso para dizer) não lembram ao Diabo.
Dois dos melhores exemplos do carácter da criatura em questão foram o dizer que no Irão não existem homossexuais e que durante a Segunda Guerra Mundial nunca existiu o Holocausto.
Se no Irão não existem homossexuais é o único sítio no mundo onde não existem. É, portanto, um caso de estudo.
Quanto ao Holocausto, se não existiu, falta explicar que imagens surreais são aquelas de esqueletos andantes e doentes, enlameados e mortos ao monte entre um sem fim de outras perversidades.
Não é preciso atacar o Irão. Basta deixar o seu presidente continuar a confabular em fóruns públicos que, com o tempo, o país irá abaixo e ressurgirá com um governo mais próximo da realidade.
Mas neste caso é grave porque sai da boca de um chefe de Estado. É uma irresponsabilidade, um desprezo pelas vítimas do acontecimento, uma baixeza e uma leviandade gratuita sem precedentes. E é este homem que quer que lhe confiem energia nuclear. De acordo com o perfil que o caracteriza que credibilidade tem essa pessoa para negociar o que quer que seja?
É do conhecimento geral que não é a primeira vez que esta personagem larga atoardas que (é caso para dizer) não lembram ao Diabo.
Dois dos melhores exemplos do carácter da criatura em questão foram o dizer que no Irão não existem homossexuais e que durante a Segunda Guerra Mundial nunca existiu o Holocausto.
Se no Irão não existem homossexuais é o único sítio no mundo onde não existem. É, portanto, um caso de estudo.
Quanto ao Holocausto, se não existiu, falta explicar que imagens surreais são aquelas de esqueletos andantes e doentes, enlameados e mortos ao monte entre um sem fim de outras perversidades.
Não é preciso atacar o Irão. Basta deixar o seu presidente continuar a confabular em fóruns públicos que, com o tempo, o país irá abaixo e ressurgirá com um governo mais próximo da realidade.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Deportações de ciganos
A situação é realmente complicada, mas a solução arranjada pela França mais parece a solução que um país do Terceiro Mundo arranjaria.
Paciente
É acordar e lavar a cara
Com a angústia de ontem
É o passado ser presente
E o presente ser pungente
É passar o dia
Atrás das grades da alma
Sonhar acordado
E adormecer numa almofada vazia
Com a angústia de ontem
É o passado ser presente
E o presente ser pungente
É passar o dia
Atrás das grades da alma
Sonhar acordado
E adormecer numa almofada vazia
Perigo crescente
Até a oprimida espalhar a cor do seu cabelo na luz da Arábia
Da Pérsia, da Palestina, do Cáucaso, da África do Norte
E de toda a nesga de terra assombrada pelo demónio verde
Seja o ocidental, condoído, um forte
Até a aflita ter a livre consciência de uma pomba alva
E ouvir do vento que está salva
Não pode o cavalheiro as costas virar
E a donzela horrores passar
Enquanto o Islão não tiver mirrado
No deserto queimado
E não desaparecer a Sharia
Do martirizado por essa porcaria
Deve a Ocidental intolerância
Limitar a fanática ignorância
Enquanto a Mulher não vir o seu rosto
Reflectido nos lagos e nos céus
E não provar dos oásis
O néctar da dignidade
Cabe ao Homem recto
Não hesitar e repelir o abjecto
Extirpado o Mal
É os cegos recuperar
E com eles amigar
Ligação externa:
Distribuição geográfica do Islão.
Da Pérsia, da Palestina, do Cáucaso, da África do Norte
E de toda a nesga de terra assombrada pelo demónio verde
Seja o ocidental, condoído, um forte
Até a aflita ter a livre consciência de uma pomba alva
E ouvir do vento que está salva
Não pode o cavalheiro as costas virar
E a donzela horrores passar
Enquanto o Islão não tiver mirrado
No deserto queimado
E não desaparecer a Sharia
Do martirizado por essa porcaria
Deve a Ocidental intolerância
Limitar a fanática ignorância
Enquanto a Mulher não vir o seu rosto
Reflectido nos lagos e nos céus
E não provar dos oásis
O néctar da dignidade
Cabe ao Homem recto
Não hesitar e repelir o abjecto
Extirpado o Mal
É os cegos recuperar
E com eles amigar
Ligação externa:
Distribuição geográfica do Islão.
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