Nenhum país prospera sozinho. Tem de haver aceitação de povos terceiros.
Estas medidas afectam todos os falantes da Língua Portuguesa. Se em todos os países falantes do Português o coração bate realmente lusófono, a única coisa que me ocorre é a Lusofonia acabar com rivalidades regionais e unida criar o seu "próprio mundo".
Encham-se os povos lusos de orgulho e sejam implacáveis com a corrupção e com outros vícios que por vezes minam as sociedades, para que, poderosos, possamos pagar com a mesma moeda do desprezo e da ostracização a culturas estrangeiras.
No Espresso.
Ver também:
Portugal incomoda
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
O nosso País
Neste artigo do jornal i destaca-se o que de melhor e único se produz em Portugal.
Se estivéssemos, digamos, no Cazaquistão, tenho a certeza que a maioria de nós sentiria falta de coisas que aqui damos como adquiridas. Uma cerveja Sagres, um café Delta, azeite Gallo...
É que muitas vezes só sentimos falta das coisas quando não as temos.
Uma coisa que lamento é o alastrar de marcas brancas (inferiores; podiam ser melhores que as tradicionais mas o facto é que não são) sobre as marcas tradicionais. Não só as marcas alimentares, mas também cosméticas e de vestuário. As coisas estão num ponto que até parece que o dinheiro é mais importante do que o produto em si. Não sei se por este andar (as marcas tradicionais) não desaparecerão por completo. Um dia, se calhar, vamos ter de comer dinheiro...
Se estivéssemos, digamos, no Cazaquistão, tenho a certeza que a maioria de nós sentiria falta de coisas que aqui damos como adquiridas. Uma cerveja Sagres, um café Delta, azeite Gallo...
É que muitas vezes só sentimos falta das coisas quando não as temos.
Uma coisa que lamento é o alastrar de marcas brancas (inferiores; podiam ser melhores que as tradicionais mas o facto é que não são) sobre as marcas tradicionais. Não só as marcas alimentares, mas também cosméticas e de vestuário. As coisas estão num ponto que até parece que o dinheiro é mais importante do que o produto em si. Não sei se por este andar (as marcas tradicionais) não desaparecerão por completo. Um dia, se calhar, vamos ter de comer dinheiro...
domingo, 12 de dezembro de 2010
Mortificação
Arder em febre de desolação
Querer a cabeça encostar
E não ter onde a repousar
Pobre fénix penitente
Imolar-se e imolar-se
Numa morte repetente
Querer a cabeça encostar
E não ter onde a repousar
Pobre fénix penitente
Imolar-se e imolar-se
Numa morte repetente
Macaronésia
Espero que dê os melhores dos resultados. Devem esbater-se cada vez mais as fronteiras e cada um adoptar o que o outro tem de melhor.
Já existia a designação geográfica. Passa agora a haver uma entidade política.
Já existia a designação geográfica. Passa agora a haver uma entidade política.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
A Paixão (Segundo Nicolau da Viola)
É patente o teor desta canção de Rui Veloso; uma relação amorosa que não dá certo.
Mas eu, cá para mim, costumo metaforizá-la como se fosse a própria vida. Quando a vida não quer nada connosco não há nada a fazer.
Mas eu, cá para mim, costumo metaforizá-la como se fosse a própria vida. Quando a vida não quer nada connosco não há nada a fazer.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
A solidariedade de Carlos César
Esse Carlos César parece-me uma fuinha (adjectivo-o assim não para o insultar mas para classificar o seu comportamento em certos casos).
Há dois anos causou uma altercação política devido ao Estatuto dos Açores.
Agora é esta situação de excepção financeira nos Açores em contraste com os esforços pedidos a todo o país.
Alberto João Jardim (figura pouco contida verbalmente), pelo menos, "anuncia" o que vai fazer. Já Carlos César faz as coisas pela calada.
Carlos César devia tocar-se de solidariedade compatriota.
Quando há mais do que um sítio onde se escudar a ética é sempre o último refúgio para certas pessoas.
Há dois anos causou uma altercação política devido ao Estatuto dos Açores.
Agora é esta situação de excepção financeira nos Açores em contraste com os esforços pedidos a todo o país.
Alberto João Jardim (figura pouco contida verbalmente), pelo menos, "anuncia" o que vai fazer. Já Carlos César faz as coisas pela calada.
Carlos César devia tocar-se de solidariedade compatriota.
Quando há mais do que um sítio onde se escudar a ética é sempre o último refúgio para certas pessoas.
domingo, 5 de dezembro de 2010
PJ Harvey
Em blogue meu não pode faltar as seguintes duas canções:
Down by the Water
Good Fortune
À primeira chamo-lhe "hipnose" e à segunda chamo-lhe "arrebatamento".
Down by the Water
Good Fortune
À primeira chamo-lhe "hipnose" e à segunda chamo-lhe "arrebatamento".
Hino do Japão
Após uma maratona a ouvir os hinos nacionais de todos os Estados soberanos (versões instrumentais), elegi o do Japão como o melhor. No que toca à minha preferência, claro.
É uma peça musical e tanto. Parece acontecer num limbo e tem uma espécie de final suspenso ou de uma eventual continuação. Dou-a, aqui, a conhecer a quem não a conhece.
É uma peça musical e tanto. Parece acontecer num limbo e tem uma espécie de final suspenso ou de uma eventual continuação. Dou-a, aqui, a conhecer a quem não a conhece.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Ghida Fakhry
O que estás a fazer?
Estava a dormitar
Meio ao sol outonal
É um berço morno
Um cobertor natural
Um sono aí é um calmo velejar
Um sonho aí é não mais querer voltar
Cada carícia é uma nota musical
Cada segundo é um momento ideal
Meio ao sol outonal
É um berço morno
Um cobertor natural
Um sono aí é um calmo velejar
Um sonho aí é não mais querer voltar
Cada carícia é uma nota musical
Cada segundo é um momento ideal
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