terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Cerimónias fúnebres
Falar em tontices como vida eterna e ressurreição é, na verdade, uma desmedida falta de respeito para com os familiares de um falecido.
Atentados na Rússia
E com a aproximação da Rússia ao Ocidente é provável que aconteça cada vez mais.
Relatório da Human Rights Watch
Este relatório da Human Rights Watch tocou na maior parte dos países cujos regimes não passam de problemas pendentes à espera de resolução.
Mas foi branda nas palavras ao chamar de "diplomacia suave" à maneira como a União Europeia, as Nações Unidas e mais umas quantas entidades e países se relacionam com uma certa corja de "Governos" constituídos por verdadeiros bandos de malfeitores de toda a estirpe.
A essas relações diplomáticas eu chamaria cumplicidade mesmo.
Mas foi branda nas palavras ao chamar de "diplomacia suave" à maneira como a União Europeia, as Nações Unidas e mais umas quantas entidades e países se relacionam com uma certa corja de "Governos" constituídos por verdadeiros bandos de malfeitores de toda a estirpe.
A essas relações diplomáticas eu chamaria cumplicidade mesmo.
sábado, 22 de janeiro de 2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
Preferências
É precisamente este tipo de arquitectura que eu desgosto. É com cada uma (casas e divisões) que mais parecem naves do Star Trek. Estes designs modernos até me fazem doer a vista. Dá uma sensação de esterilidade. Para mim não é um ambiente estimulante.
Mesmo usadas e a precisarem de restauração prefiro esta ou esta. Não as trocaria por nenhuma outra.
A envolvência rústica e a mudança das estações...
Mesmo usadas e a precisarem de restauração prefiro esta ou esta. Não as trocaria por nenhuma outra.
A envolvência rústica e a mudança das estações...
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Continua-se a acreditar no Pai Natal
Este tipo de programas apenas serve para continuar a deixar o povo na ignorância e no obscurantismo.
Havia de haver algum tipo de restrição à divulgação de crendices, religiões e fantasias semelhantes, pelo menos ao nível dos meios de comunicação social.
Causas de crimes há muitas. Mas nos contornos deste caso grande peso tiveram irrealidades pouco diferentes das deste tipo de programas.
Espero pelo dia em que todo o mundo viva a realidade da vida e não as ilusões.
É que pode ser-se boa pessoa sem ser através de seres imaginários.
Havia de haver algum tipo de restrição à divulgação de crendices, religiões e fantasias semelhantes, pelo menos ao nível dos meios de comunicação social.
Causas de crimes há muitas. Mas nos contornos deste caso grande peso tiveram irrealidades pouco diferentes das deste tipo de programas.
Espero pelo dia em que todo o mundo viva a realidade da vida e não as ilusões.
É que pode ser-se boa pessoa sem ser através de seres imaginários.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
José Mourinho - Treinador do Ano de 2010
Mourinho discursa vitoriosamente em Português. É caso para dizer: Assim é que se fala!
Homicídio de Carlos Castro
Toda a gente deve compreender que; assim como um heterossexual nunca se tornará homossexual, um homossexual nunca se tornará heterossexual. Toda a abordagem à homossexualidade tem de ter em conta esta máxima.
Sobre o caso Carlos Castro, de acordo com as últimas notícias, penso que o homicida será um homossexual que não se aceita como tal.
As últimas informações dizem que o homicida assassinou Carlos Castro (homossexual assumido) para o exorcizar (ou exorcizar-se) de "demónios homossexuais". Portanto, o homicida, considera a homossexualidade algo maléfico.
Na ala psiquiátrica para onde foi levado terá dito "já não sou gay". Esta afirmação pode ser compreendida à luz da visão pecaminosa que o homicida tem da homossexualidade e do "exorcismo" que terá feito.
Outras expressões empregues pelo homicida (o sentimento de "luxúria" que dizia viver em Nova Iorque) reforçam a auto-imposição de um ideal de comportamento.
Ouvi também que o homicida foi, durante algum tempo, acólito. Não sei com que idade o foi nem por quanto tempo, mas já aí, provavelmente, se debatia com a sua sexualidade, procurando na religião (ironicamente, a principal causa do seu sofrimento e do de muitos outros homossexuais) purificação do que ele achava impuro.
Claro que ser acólito não é sinónimo de ser homossexual e/ou homicida. Mas tendo ocorrido um homicídio nas circunstâncias em que ocorreu, e conhecendo-se agora algumas das expressões utilizadas pelo perpetrador, parece óbvio o contexto das mesmas.
Grande parte da culpa destas ocorrências é do preconceito geral que existe em vários sectores da sociedade em relação à homossexualidade.
Sobre o caso Carlos Castro, de acordo com as últimas notícias, penso que o homicida será um homossexual que não se aceita como tal.
As últimas informações dizem que o homicida assassinou Carlos Castro (homossexual assumido) para o exorcizar (ou exorcizar-se) de "demónios homossexuais". Portanto, o homicida, considera a homossexualidade algo maléfico.
Na ala psiquiátrica para onde foi levado terá dito "já não sou gay". Esta afirmação pode ser compreendida à luz da visão pecaminosa que o homicida tem da homossexualidade e do "exorcismo" que terá feito.
Outras expressões empregues pelo homicida (o sentimento de "luxúria" que dizia viver em Nova Iorque) reforçam a auto-imposição de um ideal de comportamento.
Ouvi também que o homicida foi, durante algum tempo, acólito. Não sei com que idade o foi nem por quanto tempo, mas já aí, provavelmente, se debatia com a sua sexualidade, procurando na religião (ironicamente, a principal causa do seu sofrimento e do de muitos outros homossexuais) purificação do que ele achava impuro.
Claro que ser acólito não é sinónimo de ser homossexual e/ou homicida. Mas tendo ocorrido um homicídio nas circunstâncias em que ocorreu, e conhecendo-se agora algumas das expressões utilizadas pelo perpetrador, parece óbvio o contexto das mesmas.
Grande parte da culpa destas ocorrências é do preconceito geral que existe em vários sectores da sociedade em relação à homossexualidade.
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Furto de armas da Unidade de Comandos
Certamente que não é a primeira vez que algo assim acontece (não só nas forças armadas mas também nas forças policiais) e infelizmente não será a última.
No entanto, quando se dá conta de ocorrências destas, deve haver céleres diligências e mão pesada caso se descubra a canalha que levou a cabo acções de tão grande baixeza.
Deve tomar-se o mais seriamente possível quebras de confiança e traições às mais elementares virtudes humanas. Caso contrário, com o tempo, estaremos como no México ou no Brasil em todas as desavergonhadas relações de agentes policiais e militares sujos com cartéis de droga e traficantes favelados.
Lamenta-se pela maioria dos inocentes o desconforto das investigações, mas pede-se o espírito de sacrifício tão familiar às instituições militares.
No entanto, quando se dá conta de ocorrências destas, deve haver céleres diligências e mão pesada caso se descubra a canalha que levou a cabo acções de tão grande baixeza.
Deve tomar-se o mais seriamente possível quebras de confiança e traições às mais elementares virtudes humanas. Caso contrário, com o tempo, estaremos como no México ou no Brasil em todas as desavergonhadas relações de agentes policiais e militares sujos com cartéis de droga e traficantes favelados.
Lamenta-se pela maioria dos inocentes o desconforto das investigações, mas pede-se o espírito de sacrifício tão familiar às instituições militares.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Vívida
A libido é uma chama
A veneração, uma cama
Estende-te um bocado
Quero tocar-te em todo o lado
A veneração, uma cama
Estende-te um bocado
Quero tocar-te em todo o lado
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